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BEAUTY TALENT: BRUNO VIANA

BEAUTY TALENT: BRUNO VIANA
02/07/2018
HAIR

Bruno Viana tinha carreira em evolução, faculdade em andamento, vida organizada. E um sonho... Abraçar a beleza como profissão. Para tal, nem pensou duas vezes: jogou tudo para o alto, arregaçou as mangas, enfiou a cabeça nos estudos e, segundo suas próprias palavras, escolheu ser feliz. Conheça um pouco da história deste hairdresser que, por amor, seguiu seus instintos e provou que tudo pode dar certo – inclusive virar parceiro de uma marca gigante na área como a L’Oréal Professionnel

3 PERGUNTAS PARA BRUNO

No Brasil, ser cabeleireiro é ser empreendedor. Vale a pena?

Eu acho que esta resposta depende mais do perfil da pessoa do que ao trabalho em si. Hoje no Brasil a atividade de cabeleireiro está muito em alta, temos celebridades na área – muito até pelas redes sociais. O nosso trabalho chega muito mais rápido ao conhecimento de grandes grupos. Com isso, até as pessoas de um salão pequeno pode ser vistas. A divulgação acaba facilitando o caminho do sucesso. Porém, se você abraça o empreendedorismo pelo viés administrativo, pode se afastar da criação, do atendimento. Isso já aconteceu comigo e eu achei ruim. Hoje, tenho a minha sócia, a Pamela Ayala, que cuida disso, assim, fico livre para criar e atender a minha clientela. Ou seja, empreender significa muitas coisas, basta escolher as tarefas certas.

 

Começar é sempre difícil, mas quem vê o sucesso do outro, acha que foi fácil. Quantas pedras você encontrou pelo caminho?

Eu não comecei direto na profissão. Não tive essa sorte – apesar de eu valorizar muito as experiências que tive em outros segmentos. Eu era bancário, fiz faculdade de publicidade e propaganda. Abrir mão disso tudo para ser assistente não é fácil. Mas eu sempre acreditei que o sucesso é sinônimo de fazer as pessoas felizes e ser feliz também. E eu demorei um pouco para isso. E tive que me empenhar muito para estudar, me aperfeiçoar, me renovar sempre.

Qual o papel do Instituto L’Oréal na sua vida?

É muito emocionante a minha relação com o Instituto. Sabe quando a gente nasce e tem aquela referência de mãe? O meu norte na profissão foi o Instituto, onde tudo começou. Eles me pegaram pela mão e me ensinaram tudo! Eu tenho L’Oréal como uma mãe. Foi a marca que me ajudou a construir meus valores.